Escute o audiolivro de Marcelo Rubens Paiva, “Feliz Ano Velho”, e conheça um pouco sobre quem já vivenciou isso

Feliz Ano Velho - Feliz Ano Velho

Um dos maiores best-sellers brasileiros dos anos 1980 (com mais de 700 mil cópias vendidas), ganhador do Prêmio Jabuti, após sua versão em teatro e filme, chega em audiolivro.

“Feliz Ano Velho”, do escritor Marcelo Rubens Paiva, narra em um texto autobiográfico, de forma revoltada e tocante, ao mesmo tempo, como um mergulho muda completamente a vida do autor. O acidente, ocorrido a poucos dias do Natal de 1979, tornou-o tetraplégico, no auge da juventude. Assim, levando o narrador a questionar sobre a sociedade.

É um clássico de sua geração. Utilizando gírias da época e abordando temas polêmicos, juntamente com uma descrição sincera dos anseios, das idéias e do comportamento da juventude pequeno burguesa nos anos finais da ditadura, Paiva compôs uma obra comovente e reveladora, traduzida em diversos países.

Com narração de Agnaldo Ribeiro, o audiolivro “Feliz Ano Velho” ganha vida, como se o próprio autor estivesse relatando os fatos para o ouvinte, assim, passando-se rapidamente as quatro horas do audiolivro (com o texto na íntegra).

Na Bienal

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O autor estará presente na 20ª Bienal Internacional do Livro e fará sessões de autógrafos no estande da AudioLivro Editora (Avenida 6, esquina com a Rua L), no dia 16 de agosto, sábado, às 17h.

Perfil do autor

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Marcelo Rubens Paiva nasceu em 1959, em São Paulo. Escritor, dramaturgo e jornalista, estudou na Escola de Comunicações e Artes da USP, freqüentou o mestrado de Teoria Literária da Unicamp e o King Fellow Program da Universidade de Stanford, na Califórnia. Publicou cinco romances: Feliz ano velho (1982, Prêmio Jabuti), Blecaute (1986), Uabrari (1990), Bala na agulha (1992) e Não és tu, Brasil (1996). Publicou também o livro de crônicas As Fêmeas (1994). Foi traduzido para o inglês, espanhol, francês, italiano, alemão e tcheco. Como dramaturgo, escreveu: 525 linhas (1989); O predador entra na sala (1997); Da boca pra fora; e aí, comeu? (1999, Prêmo Shell); Mais-que-imperfeito (2000); Closet Show (2001); e No retrovisor (2002).

Sinopse de “Feliz Ano Velho”

Publicado originalmente em 1982, a obra é um relato verdadeiro do acidente que deixou Marcelo tetraplégico, a poucos dias do Natal de 1979. Jovem paulista de classe média alta, vida boa, muitas namoradas, ele vê sua vida se transformar num pesadelo em questão de segundos. Durante um passeio com um grupo de amigos, Marcelo, de farra, resolve dar um mergulho no lago. Meio metro de profundidade. Uma vértebra quebrada. O corpo não responde. Começa ali, naquele mergulho, a história de Feliz Ano Velho.